Utilizando TAR, backup de máquina XEN 1)Lista de Máquinas ativas: # xm list 2)Desligando a máquina: # xm shutdown maquina 3)Crinado ponto de montagem: # mkdir /mnt/maquina 4)Montando a Partição: # mount /dev/vg00/maquina /mnt/maquina 5)Empacotando a máquina: # cd /mnt/ # tar cvzf maquina-xen.tar.gz maquina/ Utilizando TAR, retorno de máquina XEN 1)Instalado uma máquina virtual: # xen-create-image --size=TAMANHO --memory=128Mb --swap=512Mb --lvm=vg00 --hostname=MAQUINA --dhcp --debootstrap --dist=etch 2)Depois de pronto, montar a partição e copiar os dados antigos: # mkdir /mnt/MAQUINA # mount /dev/vg00/MAQUINA /mnt/MAQUINA # cd /mnt # tar xvzf maquina-xen.tar.gz # cp -r maquina/* MAQUINA/ 2)Após feito os procedimentos, ligar a máquina: # xm create -c /etc/xen/MAQUINA.cfg
Backup de Máquinas Xen, utilizando LVM
Março 15, 2008 · 2 Comentários
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Fisl 9.0 – Eu vou tche, mas Ba Gurizada do Sul, olha agente de novo … Barbaridade
Março 15, 2008 · Deixe um comentário
Minha palestra junto com a do Cesar foi aprovada no FISL !!!
Confirmação
Avaliamos sua proposta ‘Clonando Pinguins com System Imager’ e
informamos que ela foi aprovada pela comissão organizadora do fisl9.0.
Aguardamos sua confirmação até o dia 07 de Março.
Obrigado.

Em Porto Alegre
Porto Alegre é a capital do estado do Rio Grande do Sul. É localizada junto ao Guaíba, no extremo sul do país, a 2111 quilômetros de Brasília. A cidade constituiu-se a partir da chegada de casais açorianos portugueses em 1742. No século XIX contou com o influxo de muitos imigrantes alemães, italianos e poloneses (também recebeu imigrantes árabes).
É a maior região metropolitana do sul do país, com cerca de 4,1 milhões de pessoas, em 2006. Como qualquer outra metrópole brasileira, Porto Alegre ainda sofre com alguns problemas sociais. Em 2001, foi a cidade sede da primeira edição Fórum Social Mundial, evento, agora itinerante, que enfoca as questões sociais do mundo atual sob a perspectiva da esquerda política. Foi sede deste evento também em 2002, 2003 e 2005.

Eai Fike, vamos no LaBodeguita ?

Programação:
http://fisl.softwarelivre.org/9.0/papers/pub/
Nossa Palestra:
http://fisl.softwarelivre.org/9.0/papers/pub/programacao/472
Ba tche, espero vocês lá !!!
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Virtualizando Pessoas, Xen Brothers !!!
Outubro 19, 2007 · 3 Comentários
Apesar de conhecer muito pouco sobre Xen, fui convidado por meus Brothers, Fike e Luiz Vitor, a palestrar no “Boteco 4Linux” onde eu trabalho. E foi muito legal, o video total tem mais de uma hora de duração, mas foi feito um video com “melhores momentos”, video é dividido em duas partes. O Luiz Vitor é quem está escrevendo o treinamento, conhece muito sobre o assunto.
Mais Informações sobre o treinamento: http://www.4linux.com.br/treinamento/virtualizacao_com_xen_454.php.
Confira os videos:
Parte I
Parte II
Detalhes sobre o evento: http://www.4linux.com.br/noticias/detalheNoticia.php?id=174
Xen Brothers, da esquerda para direita… Luiz Vitor, Eu e Fike:

… ha, já ia esquecendo, o mano Jack e o mano Ulisses (Adam Sandler) aparecem de Robert em um dos videos …
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Xen mais, Xen menos. Particionando uma máquina virtual no Xen utilizando Debian Etch 4.0
Agosto 16, 2007 · 5 Comentários
Particionando uma máquina virtual no Xen utilizando Etch 4.0
Nesse pequeno texto-script, vou relatar os passos necessários para instalação de máquinas virtuais particionadas no Xen, mas isso é uma das forma de se fazer, existem muitos documentos em Inglês, não achei nenhum em português, então tive que quebrar a cabeça um pouquinho, mas consegui configurar, portanto vou citar como eu faço. Gostaria de coloborar postando isso no meu blog
E ai está !!!
Mãos a obra, vamos começar a trabalhar:
1)Criando os volumes logicos (lv), á partir de um vg já existente
Primeiro é necessário ver se a espaço disponível em disco para criação da máquina:
# vgdisplay
Na saída do comando irá aparcer uma série de opções. Mas as que nos interessa é como está no exemplo abaixo:
VG Size 289,18 GB
PE Size 4,00 MB
Total PE 74029
Alloc PE / Size 62080 / 242,50 GB
Free PE / Size 11949 / 46,68 GB
Isso significa que temos “utilizado” (não fisicamente, mas sim nos tamanhos das partições), aproximadamente 242,50 GB, e temos livre 46,68 GB. E um total de 289,18 GB.
Mas também não podemos esquecer de verificar qual é o nosso VG. Para isso digitamos:
# vgscan
Ele irá listar todos os nossos Vgs criados, e ainda, qual partições estão sendo utilizadas para constituir o VG que nós temos. Um exemplo de saída do comando:
PV /dev/sda8 VG vg00 lvm2 [65,59 GB / 0 free]
PV /dev/sdc1 VG vg00 lvm2 [149,05 GB / 21,85 GB free]
PV /dev/sdb1 VG vg00 lvm2 [74,54 GB / 24,82 GB free]
Total: 3 [289,18 GB] / in use: 3 [289,18 GB] / in no VG: 0 [0 ]
Veja que salada, mas é facil de entender, bom ele aparece a partição e depois o quando ela tem no total e quanto ela tem livre. Nas Vgs é claro.
Pensando em uma estrutura, nossa máquina vai ser utilizada para o que ? No exemplo desse documento será uma máquina básica, sem frescura, mas nada empede de você melhorar isso é claro.
Agora temos que criar as Lvs (partições) dentro da LVM, teremos, um /, swap, /usr, /var, /tmp e /home. Então: # lvcreate -L(tamanho em megas)M -n hostname.ponto-de-montagem vg-grupo. Mas nesse documento iremos particionar até o fim uma máquina chamada caio.
Criando as partições:
# lvcreate -L2048M -n caio.raiz vg00
# lvcreate -L10024M -n caio.var vg00
# lvcreate -L5024M -n caio.usr vg00
# lvcreate -L1024M -n caio.home vg00
# lvcreate -L512M -n caio.tmp vg00
# lvcreate -L512M -n caio.swap vg00
Verifique se todas foram criadas corretamente:
# lvs | grep caio
2)Aplicando um sistemas de arquivos
Não podemos de esquecer de aplicar um sistema de arquivos as nossas Lvs, por que são partiçoes, e para serem instaladas e montadas no futuro, precisam ter um sistemas de arquivos. Você pode utilizar, a que você quiser, ext2, ext3, reiserfs, xfs …. Não NTFS heim
Aplicando Sistemas de arquivos:
# mkfs.xfs -f /dev/vg00/caio.raiz
# mkfs.xfs -f /dev/vg00/caio.var
# mkfs.xfs -f /dev/vg00/caio.usr
# mkfs.ext3 /dev/vg00/caio.home
# mkfs.ext2 /dev/vg00/caio.tmp
# mkswap /dev/vg00/caio.swap
3)Criando os pontos de montagem para Instalção
Precisamos definir onde serão os pontos de montagem temporario que iremos utilizar para iniciarmos a instalação. Criando:
# mkdir /mnt/caio
Mas, mais importante de nós criarmos os pontos de montagem das partições, é montar o raiz primeiro, para criamos as partições dentro da LV, e depois montar em seus respectivos pontos, na prática fica assim:
# mount /dev/vg00/caio.raiz /mnt/caio/
Pronto, montamos, mas agora é preciso, criar e montar as demais Lvs.
4)Criando e montando as Lvs para instalação
Antes de criar as demais, verifique se a raiz está montada:
# df -h
Caso estiver, vamos criar:
# mkdir /mnt/caio/var
# mkdir /mnt/caio/usr
# mkdir /mnt/caio/home
# mkdir /mnt/caio/tmp
E depois montar:
# mount /dev/vg00/caio.var /mnt/caio/var/
# mount /dev/vg00/caio.usr /mnt/caio/usr/
# mount /dev/vg00/caio.home /mnt/caio/home/
# mount /dev/vg00/caio.tmp /mnt/caio/tmp/
5)Instalação via debootstrap
Debootstrap, é uma das maneiras de instalar a máquina. Mas antes de instalar, verifique:
# cat /etc/apt/sources.list
deb http://ftp.debian.org/debian stable main contrib non-free
Instalação:
# debootstrap etch /mnt/caio/
Agora é só aguardar ……………………………………..
6)Pós Instalação
Depois que instalamos a máquina via debootstrap, vamos ter que fazer alguma modificações.
Adicionando os arquivos:
# cp -v /etc/apt/* /mnt/caio/etc/apt/
# cp -v /etc/fstab /mnt/caio/etc/
# cp -v /etc/hosts /mnt/caio/etc/hosts
# cp -v /etc/network/interfaces /mnt/caio/etc/network/
A opção -v imprime o nome de cada arquivo antes de copia-lo.
Adicionando o “Kernel”:
# cp -av /lib/modules/2.6.18-3-* /mnt/caio/lib/modules/
A opção -a preserva o máximo possível a estrutura e atributos dos arquivos originais na cópia. Após a cópia:
# cd /mnt/caio/lib/
# mv tls tls.orig
# cd /mnt/caio
Editando os arquivos:
# vi etc/hosts
127.0.0.1 localhost
192.168.3.28 caio.com.br caio
# vi etc/hostname
caio
# vi etc/network/interfaces
auto eth0
iface eth0 inet static
address 192.168.0.137
netmask 255.255.255.0
network 192.168.0.0
broadcast 192.168.0.255
gateway 192.168.0.1
# vi etc/fstab
proc /proc proc defaults 0 0
/dev/sda1 / xfs defaults 0 1
/dev/sda5 /home ext3 defaults 0 2
/dev/sda6 /tmp ext2 defaults 0 2
/dev/sda3 /var xfs defaults 0 2
/dev/sda2 none swap sw 0 0
/dev/sda7 /usr xfs defaults 0 2
7)Arquivo de configuração do Xen p/ máquina
# vi /etc/xen/caio.cfg
kernel = ‘/boot/vmlinuz-2.6.18-3-xen-686′
ramdisk = ‘/boot/initrd.img-2.6.18-3-xen-686′
memory = ‘256′
root = ‘/dev/sda1 ro’
disk = [ 'phy:vg00/caio.raiz,sda1,w', 'phy:vg00/caio.var,sda3,w', 'phy:vg00/caio.tmp,sda6,w', 'phy:vg00/caio.home,sda5,w', 'phy:vg00/caio.swap,sda2,w', 'phy:vg00/caio.usr,sda7,w' ]
name = ‘caio’
vif = [ 'ip=192.168.3.50' ]
on_poweroff = ‘destroy’
on_reboot = ‘restart’
on_crash = ‘restart’
8)Finalizando Instalação
Acesso a máquina antes de reiniciar:
# cd /mnt
# chroot /mnt/caio/
Troque a senha da máquina:
# passwd
Ckeck list, IMPORTANTE:
#cat /etc/fstab
#cat /etc/hostname
#cat /etc/hosts
#cat /etc/network/interfaces
# exit
9)Desmontando Partições e Iniando Máquina
Desmontar:
# umount /mnt/caio/usr/
# umount /mnt/caio/var/
# umount /mnt/caio/home/
# umount /mnt/caio/tmp/
# umount /mnt/caio
# df -h
Iniciando a máquina:
# xm create -c /etc/xen/caio.cfg
OBS: Se você instalar o Sarge 3.1, depois de subir a máquina pela primeira vez, você vera que o sistema não montou todas as partições, para resolver isso é necessário instalar o pacote:
# aptitude update
# aptitude install module-init-tools

http://www.xensource.com/Pages/default.aspx
Valew
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Xen Mistérios, Instalação via .deb
Agosto 9, 2007 · 11 Comentários
Pessoal, gostaria de dizer minha enorme satisfação de poder coloborar, aqui vou colocar como colocar no ar uma máquina virtualizada com Xen, utilizando o Debian Etch 4.0.
Meu artigo pode ser considerado mais um “script” de instalação do que um Howto.
Gostaria de deixar claro, que minha intenção é a melhor, então se algo estiver errado, ou se me esqueci de algo, por favor me avisem.
Um pouquinho de conceito:
Existem dois tipos básicos de virtualização de máquinas, temos a irtualização total, e a paravirtualização. Na virtualização total, há uma virtualização dos elementos básicos de hardware e de software (processador, memória,kernel etc). Na paravirtualização, apenas alguns elementos são virtualizados. Por exemplo, o Vmware trabalha comVirtualização total. Xen (pronucia-se zêin) utiliza a técnica de paravirtualização, chegando a utilizar o mesmokernel para a máquina real e para a máquina virtual.
![]()
Então nesse pequeno script vou mostrar como colocar para funcionar o Xen !!!
Vamos utilizar o aptitude para instalar os pacotes necessarios:
# aptitude install ntpdate less
Configuração dos volumes lógicos . Eu utilizei a LVM(Logical Volume Manager).
Instalando LVM, é importante instalar, porque as máquinas virtuais ficaram dentro da lvm, mas é possivél fazer de outras maneiras:
# aptitude install lvm2
Alguns comandos para gerenciamento que nós iremos precisar executar:
Procura grupos de volume em todo o disco e cria os arquivos /etc/lvmtab e /etc/lvmtab.d:
# vgscan
Encontra todos os volumes fisicos existentes:
# pvscan
Criando um volume fisico, no meu caso eu tinha um barra em /dev/hda1 e um swap em /dev/hda2, então:# pvcreate /dev/hda3
# pvscan
Para verificar os volumes criados:
# lvs
Definindo um grupo de volume:
# vgcreate vg00 /dev/hda3
Ativando um grupo
# vgchange -a y
# vgchange -v vg00
Consultando um grupo de volume:
# vgdisplay -v vg00
Instalando a Imagem do Kernel utilizado pelo XEN:
# aptitude install xen-linux-system-2.6.18-3-xen-686 ou uma versão mais nova :
xen-linux-system-2.6.18-4-xen-686
Ferramenta que o Xen utiliza para criação de máquinas:
# aptitude install xen-tools
Crie as entradas necessárias para o kernel dentro do arquivo /boot/grub/menu.lst:
# vi /boot/grub/menu.lst
title Xen 3.0.3-1-i386 / Debian GNU/Linux, kernel 2.6.18-3-xen-686
root (hd0,0)
kernel /xen-3.0.3-1-i386.gz dom0_mem=128M
module /vmlinuz-2.6.18-3-xen-686 root=/dev/hda2 ro vga=791 console=tty0
module /initrd.img-2.6.18-3-xen-686
savedefault
Edite o arquivo interfaces, as configurações de rede a fim decriar uma bridge que será utilizada pelas VM.
# vi /etc/network/interfaces
auto lo
auto xenbr0
iface xenbr0 inet static
address 192.168.3.44
netmask 255.255.255.0
network 192.168.3.0
broadcast 192.168.3.255
gateway 192.168.3.1
bridge_ports eth0
bridge_maxwait 0
# dns-* options are implemented by the resolvconf package, if installed
dns-nameservers 192.168.3.1
dns-search caio.com.br auto xenbr0:0
iface xenbr0:0 inet static
address 192.168.5.9
netmask 255.255.255.0
Exemplo de um arquivo xen-tools:
# vi /etc/xen-tools/xen-tools.conf
size = 1Gb # Disk image size.
memory = 32Mb # Memory size
swap = 32Mb # Swap size
fs = ext3 # use the EXT3 filesystem for the disk image.
dist = sarge # Default distribution to install.
image = sparse # Specify sparse vs. full disk images.
kernel = /boot/vmlinuz-2.6.18-3-xen-686
initrd = /boot/initrd.img-2.6.18-3-xen-686
mirror = http://ftp.us.debian.org/debian/
Após feito isso, reinicia a máquina para entrar com o novo kernel.
# reboot
Pequeno exemplo de criação de máquina ( se aprofunde mais, que dirvesão é o que não falta):
# xen-create-image –size=2Gb –swap=128Mb –dhcp –hostname=caio –debootstrap –lvm=vg00 –dist=etch
Exemplo do arquivo .cfg:
# vi /etc/xen/caio.cfg
# Kernel + memory size
#
kernel = ‘/boot/vmlinuz-2.6.18-3-xen-686′
ramdisk = ‘/boot/initrd.img-2.6.18-3-xen-686′
memory = ‘128′
#
# Disk device(s).
#
root = ‘/dev/sda1 ro’
disk = [ 'phy:vg00/caio-disk,sda1,w', 'phy:vg00/caio-swap,sda2,w' ]
#
# Hostname
#
name = ‘caio’
#
# Networking
#
dhcp = ‘dhcp’
vif = [ '' ]
#
# Behaviour
#
on_poweroff = ‘destroy’
on_reboot = ‘restart’
on_crash = ‘restart’
Lista das máquinas ativas:
# xm list
Entrar na máquina ativa:
# xm console nome
Desligar a máquina:
# xm shutdown nome
Partições da LVM, lembrando que o limite é 250 por VG (Volume Group):
# lvs
Ligar a VM e entrar no console:
# xm create -c /etc/xen/caio.cfg
Manuais, Leituras sugeridas(# man xxx):
xm (1) – Xen management user interface
xend-config.sxp (5) – Xen daemon configuration file
xen-create-image (8) – Easily create new Xen instances with networking and OpenSSH.
xen-delete-image (8) – Delete previously created Xen instances.
xen-list-images (8) – List all the created and configured Xen images.
xen-update-image (8) – Update the software installed upon offline Xen images.
xt-create-xen-config (8) – Create a Xen configuration file for a new guest
Bom Pessoal, esspero que possa ajudar vocês um pouco … mas o “mundo da virtualização” é muito mais que isso, não esqueção ! Estão faltando muitos conceitos e alguns detalhes, mas que podem ser achados na internet.
E TAMBÉM NADA SUBSTITUI A COMUNIDADE XEN-BR, os caras estão fazendo um ótimo trabalho e vale a pena conferir.
http://listas.cipsga.org.br/cgi-bin/mailman/listinfo/xen-br
http://wiki.xen-br.org/index.php?title=P%C3%A1gina_principal
Outro cara que escreveu coisas bacanas mas pra versão Debian Sarge foi:
http://www.eriberto.pro.br/xen/
Até a próxima …
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História da Virtualização
Maio 19, 2007 · 2 Comentários
Bom vou falar um pouco sobre virtualização. É um assunto que está na moda mas que eu gosto e me interessa muito. Não sou nenhum expert, mas vou tentar expor da melhor forma possivel.
A virtualização significa muitas coisas a muitos povos. Grande foco da virtualização é virtualizar servidores para hospedar vários sistemas operando-se independente, em um único computador como base. Existem muitas idéiasatrás do virtualização.
A virtualização também pode significar muitos computadores parece ser um único computador.
A virtualização não é um tópico novo, existe desde quatro décadas passadas. Os usos os mais adiantados da virtualização incluem o IBM® 7044, o sistema compatível do timesharing (CTSS) desenvolvido pelo Instituto de Tecnología de Massachusetts (MIT) em IBM 704, e o projeto do Atlas da universidade de Manchester (um dos primeiros supercomputers do mundo), que abriu caminho chamadas da paginação e do supervisor de demanda.
Em 1960 a IBM desenvolveu o mainframe do modelo 67 de System/360™. O modelo 67 virtualizava todas as relações de sistemas através do monitor virtual da máquina, ou VMM. Nos dias adiantados de computar, o sistema operando-se foichamado o supervisor. Com a abilidade de funcionar sistemas operando-se em outros sistemas operando-se, o que resultou no termo hypervisor.
O VMM funcionaram permitindo máquinas virtuais múltiplas (VMs). Cada VM
podia então funcionar um exemplo de seu próprio sistema operando-se sozinha — nos dias adiantados este era o CMS, ou sistema de conversação do monitor. O VM continuou a ser avançado, e hoje você pode encontrá-lo funcionando no mainframe do sistema z9™.
A virtualização do processado: neste exemplo de um processador simulado, é a máquina do P-código (ou o pseudo-code). o P-código é uma língua de máquina que seja executada em uma máquina virtual melhor que na máquinareal. o P-código foi feito famoso no princípio dos anos 70 pela universidade de Califórnia, o sistema do Pascal do San Diego (UCSD), que compilou programas do Pascal no P-código, e executou-os então em uma máquina virtual do P-código. Isto os programas permitidos do P-código a ser altamente portáteis e o funcionamento em qualquer lugar uma máquina virtual do P-código estava disponível.
O mesmo conceito foi usado nos 1960 para a língua de programação combinada básica (BCPL), um antepassado da linguagem C. Onde um compilador compilaria o código do BCPL em um código de máquina intermediário chamado O-código.
Como uma etapa secundária, o O-código foi compilado na língua nativa da máquina de alvo. Este modelo é usado por compiladores modernos fornecer a flexibilidade em compiladores movendo às arquiteturas novas do alvo (separando o front-end e o back-end por uma língua intermediária).
Virtualização do jogo de instrução, ou tradução binária. Neste modelo, um jogo de instrução virtual é traduzido ao jogo de instrução físico da “máquina mãe”, mais dinâmicamente. Porque o código deve ser executado, uma tradução ocorre para um segmento do código. Se uma filial ocorrer, esse jogo novo do código é trazido dentro e traduzido. Isto faz muito similar a caching de operações, onde os blocos das instruções são movidos da memória em uma memória de esconderijo rápida e local para a execução.
Um exemplo recente deste modelo foi usado na unidade central do processador de Crusoe (processador central) projetada por Transmeta. Esta tradução binária executada arquitetura sob trademarked o código conhecido Morphing. Um exemplo similar é exploração runtime do código usada por soluções cheias do virtualization encontrar e dirigir de novo instruções privilegiadas (para trabalhar em torno das edições em determinados jogos de instrução do processador).
Existem alguns tipos de virtualização. No fato, há diversas maneiras que conseguem o mesmo resultado através dos níveis diferentes da abstração. Três dos métodos mais comuns do virtualização em Linux.
A indústria usa às vezes termos diferentes descrever o mesmo método do virtualization.
Como você pode supor, o problema principal com emulação de máquina é que pode ser um pouco lento. Porque cada instrução deve ser simulada na “máquina mãe”, ou seja 100 vezes mais lentos. Mas na emulação “high-fidelity” que incluem a exatidão do ciclo simulados no processador central, causando caching, a diferença real da velocidade pode estar na ordem 1000 vezes mais lento.
Mas a emulação da máquina tem suas vantagens. Por exemplo, usando a emulação da máquina, você pode colocar para funcionar qualquer sistema. Onde todas vão trabalhar no mesmo processador, mas cada uma vai simular a sua.

http://www-128.ibm.com/developerworks/linux/library/l-linuxvirt/?ca=dgr-lnxw01Virtual-Linux
No proximo post falarei um pouco mais … Até
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Sejam Bem Vindos!!! Leia com Atenção:
Janeiro 27, 2007 · 6 Comentários
Olá amigos e amigas nerds, quero dividir com todos vocês algumas coisas sobre o “Mundo do Software Livre“, Esse estilo meio neve, nevando, nevado, nevoso é para homenagear os pinguins !!!
Recentimente tive oportunidade de trabalhar e conhecer muitos nerds …. com os quais não vou citar para não ter que pagar “direitos”. rs …
Mesmo assim vou falar o nome deles.
Para começar, nosso Papai Noel: Jon Maddog Hall, presidente da Linux Internacional, tomamos muitos RedBulls; Josh Berkus, desenvolvedor do PostgreSQL, que me disse: Not Use Mysql, use Postgresql; Louis Suarez Potts, gerente de desenvolvimento comunitário do projeto OpenOffice.org; e Kristian Kielhofner, vice-presidente, engenheiro de sistemas da Star2Star Communications, ensinei ele a falar português, é acreditem se quiser, onde beautiful girl=gostosa. rs… Bom, esses são os nerds internacionais …
Mas em especial aos meus amigos de trabalho, …. Fernando Ike, mestre nas artes Postgresql. Cesar Domingos e Tiago Maruyama, autores do Livro BS7799, comprem o livro que é muito bom. Luiz Carlos Guidolim grande fisico nuclear da Nasa Linux, Edgar Silati o homem molecula. Eriksen grande programador, faz café com o celular, também Flavio Santino, QmailMan hoje ele usa Boneca (Suse … blá), Luiz Grabber tem dezoito anos e pensa como quarenta é o XenMan e Rogerio Machado mutley … esses todos são meus grandes amigos, alguns deles são como irmãos outros só me enchem o saco mas me fazem ter vontade de crescer …. né? huahauahh …. meus amigos de noite em claro … pizza, coca …. e outras coisas que não valem a pena serem citadas ….
Mas … voltando aos nosso motivos maiores que nos trazem aqui … SOFTWARE LIVRE

Entrem e fiquem a vontade!!!!!!!!!!!!!!!!
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